Chip no exterior ou plano internacional da operadora: qual vale mais a pena?
Analisamos na prática as duas opções na Austrália e na Tailândia e revelamos por que minha opinião sobre o assunto mudou.
Quando planejamos uma viagem para o exterior, um dos pontos que mais gera ansiedade é a conexão. Chegar a um país desconhecido e precisar ficar dependendo do Wi-Fi do aeroporto ou do hotel é arriscado. Em caso de imprevisto ou emergência, a falta de dados móveis pode gerar um grande estresse.
Durante minhas viagens pelo mundo, testei na prática as duas alternativas: comprar um chip local no destino e ativar o roaming internacional da minha operadora no Brasil.
A minha experiência ao redor do mundo
Comprando chip local (Austrália, 2022): Em Perth, comprei um chip local da Woolworths por AU$ 20 (cerca de R$ 65 na época). A internet funcionou até no meio do deserto! Porém, enfrentei um problema sério: ao tirar o chip do Brasil, fiquei sem receber os SMS de validação do meu banco. Resultado? Passei um perrengue enorme para conseguir movimentar minha conta e usar cartões.
Usando o roaming em emergências e no dia a dia:
- Tailândia (2023): para não perder o acesso ao banco viajando sozinha, usei o roaming da minha operadora. Na época, a cobertura oscilava bastante em áreas mais remotas em relação aos chips locais dos meus amigos de hostel.
- Austrália (2024): quando morei novamente no país, voltei a usar o plano internacional do Brasil. A internet funcionava super bem para o dia a dia e me dava a paz de espírito de manter o meu número ativo o tempo todo.
Por que minha opinião mudou (e o que eu recomendo hoje)
Se você me perguntasse no passado, eu diria para comprar um chip local sem pensar duas vezes. Hoje, minha visão é totalmente diferente: acho que compensa muito mais entrar em contato com a sua operadora do Brasil antes de viajar e verificar os planos de roaming.
No meu caso, uso a Claro e basta ativar o pacote de roaming internacional no próprio aplicativo antes de embarcar. Como o serviço já está incluso no meu plano atual, eu não pago nada a mais por isso!
As vantagens de seguir esse caminho são imbatíveis:
- Custo-benefício real: muitas vezes o benefício já está coberto pelo plano que você paga mensalmente no Brasil.
- Sem troca de chip: você não precisa ficar agulhando celular, guardando o chip minúsculo do Brasil com medo de perder e correndo o risco de danificar a gaveta do aparelho.
- Acesso bancário garantido: você continua recebendo SMS de validação e ligações de emergência no seu número de sempre, sem surpresas no meio da viagem.
A dica de ouro da Mozza Travel para a sua viagem
Antes de gastar dinheiro comprando chips em aeroportos internacionais ou contratar empresas de eSIM genéricas pela internet, faça o seguinte passo a passo:
- Ligue para a sua operadora no Brasil: pergunte se o seu plano atual (seja Claro, Vivo ou TIM) já inclui o passaporte/roaming internacional para o continente de destino.
- Entenda as regras de uso: verifique se a ativação é automática ou se você precisa habilitar a opção “Roaming de Dados” no menu de configurações do seu celular ao pousar no exterior.
- Compare o sinal: se você for para um destino extremamente remoto ou passar meses no mesmo país, aí sim vale a pena avaliar um chip local como plano B. Para viagens de férias e turismo tradicional, o roaming da sua operadora vai te atender com total comodidade.
Quer planejar sua próxima viagem sem surpresas na conexão ou no roteiro? Fale com a equipe da Mozza Travel e deixe a gente cuidar de cada detalhe para você!

